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sábado, 23 de agosto de 2008

Apaixonados, sim
Até a loucura, sim
Vamos querendo-nos
Ai, com tal paixão.

Que alguns pérfidos
Sem mais escrúpulos
Nos chamam cândidos
Ai, difamação.

Mais pra fanático
Do que romântico
Não importa nada, não
Quem quer falar

Somos cafonas
Isso é conosco sim
E nunca, com ninguém mais
Somos cafonas sim
Nós aceitamos
E que nos deixem em paz.

"Ah Professor Girafales, que linda a nossa canção!"
"É claro, por isso a escolhi para esta serenata Dona Romântica, ou, quero dizer, Dona Florinda"
"Aaah..."

Apaixonados, sim
Somos românticos
É sintomático
Ai, do verbo amar.

E até as glândulas
Que vertem lágrimas
Se tornam cálidas
Ai, querem chorar.

Se nós românticos
Somos ridículos
Talvez lunáticos
Só por amar

Somos cafonas sim
Isso é conosco
E nunca, com ninguém mais
Somos cafonas sim

Isso é conosco
E nunca, com ninguém mais
Somos cafonas sim
Nós aceitamos
E que nos deixem em paz!


Ta, ta... copiei de uma comunidade mas não pude deixar de colocar aqui afinal de contas Somos Caretas sim!

segunda-feira, 18 de agosto de 2008

Eu vi a Estrela Polar
Chorando em cima do mar
Eu vi a Estrela Polar
Nas costas de Portugal

Desde então não seja Vênus
A mais pura das estrelas
A Estrela Polar não brilha
Se humilha no firmamento

Parece uma criancinha
Enjeitada pelo frio
Estrelinha franciscana

Teresinha, Mariana
Perdida no Pólo Norte
De toda a tristeza humana

(Estrela Polar - Vinicius de Morais)



" Como uma estrela, que só brilha quando quer
Promete estrela, vais sorrir se eu não estiver
Sempre por perto, que é certo que nem tudo dura
Mas uma estrela brilhante brilha em qualquer noite escura

(...) Que nos fascina por saber que ali vive um segredo
E quando o sol se põe tudo parece mais fácil
No escuro o teu brilho faz te parecer menos frágil
Por isso brilha brilha como nunca agora
Não tenhas medo de poder brilhar pela noite fora
Se isto não faz sentido também não faz o que tu dizes
Que tu gostas das estrelas e elas nem sabem que existes"

(Autor desconhecido) [Só sei que é um rap...]

terça-feira, 12 de agosto de 2008

Minha vida se resume a minha convivência com minhas queridas pulgas, não que elas durante toda a vida tenham sido queridas mas depois de um tempo passei a afeiçoar-me a tais. Não nego que uma ou outra eu possuo um apreço maior, como por exemplo a Josefa: há mais coisas em comum entre nós que até nós mesmas desconhecemos e além do mais ela foi a primeira a entrar na minha vida.